domingo, 7 de fevereiro de 2016

7 de fevereiro de 2016



Outro Soneto Decassílabo heroico. 

Você nasceu num sete de fevereiro? Pois então deixa o passado pra lá porque hoje é Carnaval... Descanse, dance, canse, cuide-se, pois isso é com você! Eu vou ao Templo, pois é Dia do Senhor!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

6 de fevereiro de 2016



O poema hexassílabo acima se enquadra como um canto pela consciência. Não evoca qualquer Estilo poético, mas alterna as rimas. O esquema rímico quebra o padrão dos cordéis e evoca a batida Reggae. As tônicas concentram-se nas 2as e 6as. Curiosamente o 7º verso “Seja a ganja esquecida”, apesar de parecer quebrar o ritmo, já que se lido isoladamente não apresentará sonoridade tônica na segunda sílaba, mas que, lido no “embalo” dos seis versos anteriores, mantém o ritmo e abre o fechamento para os seis versos finais. Se o número 12 representa Autoridade o verso em questão desautoriza todo o texto como verdade absoluta... 

O fato marcante e a razão para o texto de hoje incide no natalício de Bob Marley, o rei do Reggae, no dia 6 de fevereiro de 2016. Mais tarde voltarei a homenageá-lo... Esse merece!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

5 de fevereiro de 2016



Acima Versos Alexandrinos. Doze sons poéticos com tônicas obrigatórias nas 6as e 12as. O Alexandrino é a junção de dois hemistíquios de seis sons perfeitos. Ex: Men/ti/ram/pa/ra/ti... 

E/vis/te/nis/to- o/tu/do... O primeiro hemistíquio (mentiram para ti) é bem simples e deixa uma ideia completa. Já no segundo há uma Elisão (supressão ou junção de letras) em “to-o” formando uma só sílaba (você percebe melhor a Elisão ao recitar). Repare que a última tônica (tu) está sublinhada, de modo que a sílaba “do” torna-se muda na contagem silábica, embora seja pronunciada. Assim temos doze sons ou sílabas poéticas e dois hemistíquios de sentido completo. Mais tarde iremos mais fundo na beleza da métrica ou musicalidade do poema. 

Nesse dia 5 de fevereiro você que não sabia pôde ver as particularidades da contagem silábica e da musicalidade poética produzida pelas tônicas. 

Num 5 de fevereiro tive o desprazer de ver um amigo querido morrer após cheirar cocaína e fumá-la com cigarro (a tal da banana boat)... Flórida!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

4 de fevereiro de 2016



Acima uma Tercina estilo poético italiano. Na música é como se denominam a quiáltera (virada) onde se executam três notas ocupando o tempo normalmente ocupado por duas. É uma virada difícil de executar, mas em Poesia é só alternar as rimas: a (este) b (iva) c (ente)/ c (ente) a (este) b (iva)/ b (iva) c (ente) a (este). 

Um dos maiores poetas épicos portugueses, Luiz Vaz de Camões, nasceu no dia 04 de fevereiro de 1524 em Lisboa. É conhecido há séculos, principalmente, pelas obras Os Lusíadas e diversos sonetos, tais quais O Amor É Fogo Que Arde Sem Se Ver. Praticamente uma “virada” na Poesia Lusitana!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

3 de fevereiro de 2016



As Trovas acima perfazem, nos versos, o ritmo utilizado na Obra: “Marcha a las Malvinas”, na cadência 3/7. 

A Argentina ficou de luto com o adeus de seu grande poeta Carlos Obligado em 3 de fevereiro de 1949. A “Marcha a las Malvinas” é um hino à soberania de seu país! 

Original: ¡Rompa el manto de neblinas... Verso que abre a quinta Trova da “Marcha a las Malvinas”.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

2 de fevereiro de 2016



Alguns diriam tratar-se de uma Sextilha o texto acima, mas a clássica Sextilha costuma ser Decassílaba em seus versos e ter rimas nas pares. O que compus foi um hexassílabo que ao chegar ao sexto verso mostra um volteio no esquema rímico para parecer um volteio da dança africana característica, herança yorubá! 

No Brasil o dia 2 de fevereiro é conhecido como o dia de Iemanjá do yorubá [Yéyé omo ejá ("Mãe cujos filhos são peixes")]... Eu fico pensado em como ainda é possível não perceberem a influência africana em nosso país de uma forma boa... Nesse dia milhões reúnem-se em seu sincretismo religioso em prol da paz... Conseguem-na? Provavelmente não, visto que não se consegue lá fora o que está dentro de si. Mas é bom olhar o mar e ver que as ondas vão morrer, mas não desistem de tentar beijar a praia...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

1 de fevereiro de 2016



O texto em seu estilo quase livre em que homenageio John Milton que em seu Compêndio Paradise Lost escrito em 1667 em Versos Decassílabos, porém sem rimas... Fico pensando nos “Modernistas”, avessos à rima... Atrasados e muitos nem sabem! Usei tônicas padrões do verso heroico. 

A 1º de fevereiro de 1974 ocorreu um lastimável incêndio no edifício Joelma que levou o nome da empresa que o “construiu” (191 vítimas fatais). No mesmo local, em 1948, um precoce professor de Química Orgânica da USP, aos 26 anos, matou e enterrou num poço a mãe e três irmãs. Daí o estigma que acompanha aquele local nada poético...
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Folhinha Poética - poemança