terça-feira, 5 de julho de 2011

Olha ela aí!



A vaquinha começou
- A primeira pessoa a manifestar a intenção de colaborar com a impressão da nossa Folhinha foi a Bruxinha, como é conhecia a escritora Francis Mary, que também participa da Folhinha. Mas ela esqueceu-se de nomear a parte destinada.
- Outra participante, a Tatiana Cangussú quis colaborar, mas procurou por engano, o site da Benfeitoria, com o qual estávamos tratando para ser a ferramenta da nossa vaquinha.
- Por fim, o poeta Ruy Espinheira Filho, também participante ofereceu os quatro mocotós e R$ 80,00. Dos R$ 5.000,00 (Cinco mil reais) que precisamos, só faltam R$ 4.920,00.
- O fotógrafo e participante Raul Pinto oferece uma teta, mas com o valor em euros, portanto, isso é lá com a vaquinha portuguesa.
- O poeta da Francónia, Markus Döllinger, custou perceber isso de fazer vaquinha e de dar o rabo, mas aceitou ser colaborador para além das duas participações na Folhinha, uma em português e outra na sua língua natal. É mais uma para a parte portuguesa.
- Fernanda de Castela, que é só colaboradora, pois não conseguiu encontrar o seu poema engavetado há muito, ainda não decidiu o que vai dar.
- O poeta Poeta de Meia Tigela, cabra bom lá do Ceará, participante e colaborador, diz que os R$ 80,00 que destinou equivalem a um ou dois pensamentos ruminantes da nossa vaquinha que com isso passa a faltar R$ 4.840,00 para se completar.

Observação importante: Tem gente querendo dar meio rabo, um terço do rabo ou um ou dois ossinhos do rabo. Não pode! O rabo só pode ser dado inteiro. Quando você vai ao açougue, o talhante não lhe vende meio rabo, pois não?

Por outro lado, teve um que queria dar dois rabos. Pode ser, um para a vaquinha brasileira e outro para a portuguesa.
E obrigado!

A fermentação da Folhinha

















Do Tejo bar, em Alfama, a idéia atravessou o oceano e veio a tomar corpo em Viçosa, nas Minas Gerais. O estalo se deu enquanto se esperava o começo de uma apresentação musical no espaço cultural Flor & Cultura, meio a barulhada das caixas de som que mal deixava a conversa fluir, mas ainda assim, ali recebeu a primeira contribuição. Exatos nove meses após, ela recebeu a última, ainda em Viçosa. Nesse período, ela rodou o mundo. Foi-se municiando através dos saraus da vida, do Corujão da Poesia e da Música, da OPA - Ocupações Poéticas, da Terça Cult do Espaço Cultural Correia Lima, de um encontro em Nova Iguaçu, da Semana Literária do colégio Gênesis, do quiosque Splash e de muita gaveta revirada. Espalhou-se tanto que obrigou a que se fizesse a edição no Brasil e em Portugal para facilitar a sua distribuição.






E aí está ela! À módica quantia de 30 reais. (os colaboradores pagam só 20 reais). Uma antologia suigeneris que reúne poemas em várias línguas e linguagens, mistura autores novos com os já consagrados e gente que nunca havia escrito uma linha, que tem poemas feitos por crianças, versos de porta de sanitário público e de para-choque de caminhão, poemas de amor e contestatários e jocosos e... enfim, uma surpresa a cada dia começado.




Obs: Ainda não se tem o valor da edição portuguesa. Mas a emoção é a mesma.

sábado, 2 de julho de 2011

Como fazer uma vaquinha.

Já pouca gente se lembra como se faz uma vaquinha, ou melhor, como se fazia uma vaquinha, pois hoje ela é feita através da Internet, nos moldes mais ou menos parecidos com as antigas, feitas entre os amigos da rua, os colegas da escola ou do trabalho, a família. Pois então vamos rememorar:

Quem dá alguma coisa para a vaquinha, há que dizer o que está dando, atribuindo a importância da sua oferta: “Eu só posso dar pouco, dou um pé!” ou “Eu posso dar muito e vou dar um pé, pois pra mim é uma das partes mais importantes. E eu adoro um caldo de mocotó!” Mais: “Eu sou pobrezinho, vou dar um chifre.” “Eu sou milionário e vou dar um chifre, pois sei muito bem o quanto ele custa caro!”

Dê o que você quiser e atribua-lhe o valor que achar conveniente e lembre-se de que muitas coisas compõem a vaquinha. Há quem dê o mugido, o coice... já soube de gente que deu a tristeza da vaca, que sem ela não haveria ruminantes.

É bom não se esquecer que há a vaquinha e o seu universo. Por isso pode-se dar também a madeira para o curral, o feno, o sal... Ah, e as partes internas também. O fígado, as tripas, o coração...

O problema antigamente, para se completar a vaquinha, era que ninguém queria dar o rabo que ficava sempre por último e a pessoa infortunada era gozada por bom tempo. Hoje - "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades..." - parece que será a parte mais cotada.
Pois seja à antiga ou à moderna, vamos ver quem vai dar o rabo!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vaquinha à moda antiga

Nem precisou muito matutar para chegarmos à conclusão que a colecta seria mesmo com “c”. Porém, antes, terei que me explicar melhor, já que depois da última notícia sobre a Folhinha, houve participante que ficou a pensar que deveria contribuir com algum dinheiro. Mudarei o parágrafo para que fique bem claro.

Os participantes não têm que pagar nada, visto que a jóia mais cara da Folhinha é a sua obra, da qual ele se dispôs sem auferir nenhum lucro nem cobrar direitos autorais. Quem tem que dar dinheiro é o colaborador, ou seja, quem quer encomendar adiantadamente os seus exemplares ou simplesmente contribuir. Claro é que se algum participante tem boas condições e vontade, pode agir também como colaborador. E, mais ainda, se o participante deseja auferir algum ganho com a folhinha (afinal pertence a ele) é só entrar em contacto e viabilizaremos uma maneira. Sem melindres, pois nesta terra, é paisagem freqüente um poeta a precisar de uns trocados para o pão. Sendo esta mais uma vantagem do participante que tem direito a um exemplar e poder adquirir quantos quiser ao preço de colaborador.

Cada exemplar terá o preço de venda de 30 reais. Para os colaboradores (participantes ou não) será de 20 reais, mais despesas de envio.

Para o lado Leste da nossa linha de Tordesilhas ainda está sendo feito o orçamento. Mas assim que sair, avisaremos.

Então, vamos à metodologia da Vaquinha:

A mais resumida possível. Trata-se apenas de compra antecipada ou oferta. O que está representado pelo valor. A cada 20 reais ele tem direito a uma folhinha. Exemplo: José da Quantas - 45 reais. Tem direito a 2 exemplares e ofereceu 5 reais. Obrigado.

O andamento será sempre actualizado no Blog, no qual o colaborador pode dar o nome, divulgar a sua empresa ou os seus avatares ou participar anonimamente.

Link para o blog http://folhinhapoetica.blogspot.com
Edição portuguesa: tatianapaoli@hotmail.com
Edição brasileira: manedocafe@gmail.com

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Notícias da Folhinha

Amanhã é o último dia da Folhinha. No primeiro dia de julho ela irá para a gráfica. Portanto, se houver algum reparo a ser feito no que foi enviado ou se ainda vai enviar, é a última chance. Apesar de estar completa ainda há muitos dos clássicos para dar lugar aos novos. Pode mandar o que for preciso a qualquer hora, pois passarei a noite às voltas com um ataque da bronquite e com a arrumação da folhinha.
Por ter participante de todo o Globo, o que faz com que a distribuição se torne muito complicada resolvemos dividir a produção. Uma edição será feita no Brasil e outra em Portugal. A edição em Portugal estará a cargo de Tatiana Paoli. Nós fizemos uma espécie de Tratado de Tordesilhas: o que estiver a Oeste das Ilhas Cabo Verde cuida o Mané, o que estiver a Leste, cuida a Tatiana. Entonces, se você mora na Europa, África Continental ou Ásia, para receber o exemplar a que tem direito ou se quiser encomendar ou colaborar com a brincadeira, comunique-se com a Tatiana tatianapaoli@hotmail.com
Está em estudo a participação da Folhinha em “sites” de colaboração mútua. Um no Brasil, www.benfeitoria.com e um na Europa, www.massivemov.com que terá início em julho. Isto porque chegamos à conclusão de que a velha e boa “vaquinha” seria a melhor solução para esse imbróglio em que me meti, ou melhor, nos metemos. Se não conseguirmos entrar nas virtuais, partiremos para a colecta à maneira antiga, com o “c” de antes do acordo.
Bem, iremos dando notícias sobre o andamento das coisas. Agora, mãos à obra! Terminarei a tarefa nem que a vaca tussa. A vaca e eu.

sábado, 25 de junho de 2011

Folhinha na recta final

Na próxima semana a Folhinha irá para o prelo. A pescaria que começou em Viçosa, MG, no dia 30 de Setembro e terminará no dia 30 de Junho... E, pá! Não é uma pescaria, é uma gestação! Pois bem, a pescaria resultou numa das maiores colectâneas que se tem notícia e, sem dúvida, a mais ampla e democrática. Uma mistura de estilos, temas, línguas e linguagens que pode até não agradar a alguns, mas não deixará ninguém indiferente. Quando fizer o fechamento, no dia 30, enviarei os nomes dos participantes.
Pedimos que cada participante comunique o endereço para onde devemos enviar o exemplar que cada um tem direito.
A gráfica que melhor preço nos oferece, fará 1000 exemplares por mais ou menos 5000 reais e não adianta alguém encontrar uma mais barata, pois já é uma questão de carinho, ainda mais porque é uma gráfica de Viçosa, MG. Com a vantagem de que será fiado, mas tem-se que pagar no final.
Comunicamos também que o preço de cada exemplar para venda será de 20 reais (mais porte) para os colaboradores e de 30 reais (mais porte) para o público em geral.
Agora que a brincadeira ficou boa, temos que descobrir uma maneira de pagar ao homenzinho da gráfica.
Irei dando notícias.
Obrigado por participarem desta aventura. E não se esqueçam de comunicar a morada.
Um afago.

sábado, 18 de junho de 2011

A cara da criança



Está ficando linda! Em papel reciclado, pois apesar do mundo se acabar, as árvores não têm nada com isso.

Por dentro está ainda mais bela. Pudera! Com mais de trezentos pais e mães entre vivos e mortos. Dia 1 de Julho irá para a mater... para o prelo.


Mande a sua obra até dia 30.







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